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Arquivo Notícias

Arquivo Notícias 02 maio, 2020

Câmara Requalifica Reservatórios de Água para Consumo

Assegurar a qualidade da água para consumo humano constitui um objetivo primordial nas sociedades atuais, dada a sua importância para a saúde e a necessidade de salvaguardar e promover a sua utilização racional e sustentada. A melhoria da rede de abastecimento de água reveste-se de grande importância para o desenvolvimento e para a modernização do nosso território, contribuindo com grandes melhorias no que diz respeito à qualidade ambiental. No seguimento das recomendações da Entidade Reguladora dos Serviços de Águas e Resíduos (ERSAR), já comunicadas previamente à população, que obrigava os municípios a refletir os custos da exploração da água, saneamento e resíduos sólidos urbanos na fatura cobrada aos cidadãos, o atual Excecutivo da Câmara Municipal, assumiu, desde logo, a resolução dos problemas existente há longa data, bem como a melhoria da rede de abastecimento de água e saneamento.

Neste contexto, a Câmara Municipal iniciou a manutenção e impermeabilização de reservatórios que apresentam várias lacunas em termos de higiene e segurança, cujo betão está em avançado estado de degradação e com muitas fissuras, o que provoca grandes perdas de água. Está também a preceder ao reforço do armazenamento de água, cuja proteção das tubagens de entrada e saída dos reservatórios estavam deficitárias e cujos sistemas de ventilação dos depósitos de água tinham de sofrer melhorias.

Assim, já estão concluídas as intervenções/impermeabilizações de 20 reservatórios em Carvalheira (Paredes, Assento e Infesta), na Balança (Barral, Carrezedo, Mesquita, S. Pantaleão, Casal, Água Levada), na Ribeira (reservatório velho), em Moimenta (Cavacadouro e Paço), em Chamoim e Vilar (Colado e Sequeirós), em Valdosende (Assento, Chamadouro e Paradela), em Gondoriz (Moinho do Ferreiro), em Cibões (Cutelo) em Rio Caldo (Outeiro) e em Souto (Foz e Devesa).

Serão publicadas as fotos das intervenções durante os próximos dias.
De igual modo, já está adjudicada e prestes a arrancar a intervenção de reservatórios em Cibões e Brufe (reservatório de Brufe, Vergaço, Cabenco, Gilbarbedo de Baixo, Parreirinha, Lama), em Covide (Freitas), em Chorense (Aldeia), em Gondoriz (Grela e Cabaninhas), em Moimenta (Cavacadouro e Pesqueiras), na Ribeira (Gogide), em Rio Caldo (S. Bento, Coutinho, Parada, Matavacas), em Chamoim e Vilar (Costa, Cruzes, Travassos), em Valdosende e em Vilar da Veiga (Ermida). São mais 22 reservatórios que brevemente serão requalificados e impermeabilizados, melhorando, ainda mais, a qualidade do serviço prestado.

A autarquia tem melhorado os ramais de água e saneamento com a substituição e renovação de várias condutas em diversas freguesias do concelho, bem como a instalação de novos depósitos de abastecimento de água e a colocação e reparação de estações elevatórias.

A curto prazo, está prevista a vedação das captações de água destinadas ao abastecimento público que, para cumprimento do Decreto-Lei nº. 382 de 1999, obriga a delimitação de perímetros de proteção das referidas captações. No sentido de cumprir com uma obrigação que há muito já deveria ter sido acautelada, a Câmara Municipal tem em marcha uma intervenção de larga escala com vista à delimitação das 131 captações de água do nosso concelho.
A Câmara Municipal está consciente que muito ainda está por fazer no que diz respeito ao abastecimento de água e saneamento. No entanto, fica o nosso compromisso de continuar a intervir na rede pública de água e saneamento para garantir uma maior qualidade do serviço prestado aos terrabourenses.

20190412 111349

 

 

Arquivo Notícias 28 abril, 2020

AVISO - Condicionamento de Trânsito Automóvel no Lugar de S. Pedro, Rio Caldo

A Câmara Municipal de Terras de Bouro e a Junta de Freguesia de Rio Caldo informam que estão neste momento a decorrer as obras de reconstrução de vários muros de suporte à estrada no lugar de S. Pedro, freguesia de Rio Caldo, tendo em vista repor a normalidade no seguimento dos estragos causados pelas últimas intempéries.

As obras têm uma previsão de 8 dias, pelo que o trânsito entre a escola EB de Rio Caldo e o entroncamento para o lugar de S. Pedro estará interrompido ao trânsito devido às referidas obras.

O Município de Terras de Bouro e a Junta de Freguesia de Rio Caldo pedem desculpa pelo transtorno causado e procurarão, o mais rapidamente possível, resolver esta situação no sentido de minorar os inconvenientes para os residentes.

edital corte de transito 01 min

Arquivo Notícias 25 abril, 2020

Discurso do Presidente de Câmara Municipal de Terras de Bouro alusivo ao 25 de Abril

DISCURSO

25 DE ABRIL 2020

Caras e Caros Terrabourenses

Assinalamos hoje, sem cerimónia presencial, mais uma data come-morativa da “Revolução dos Cravos”, acontecimento marcante e indelével da sociedade portuguesa da última metade do século XX.

Com efeito, se hoje vivemos e sentimos plenamente o ideal democrático, muito devemos a quem na madrugada do dia 25 de abril de 1974, derrubou o regime fascista e opressor que governou Portugal durante quarenta anos.

Tudo o que o Estado Novo representou como regime político autoritário, autocrata e corporativista é hoje lembrado como algo que a sociedade por-tuguesa não quererá voltar jamais a reviver e para isso contamos com to-dos os que queiram lutar e engrandecer a liberdade dos direitos e garantias conquistados em Abril de 74.

Este ano, no “Dia da Liberdade”, somos, ironicamente, assolados por uma pandemia que nos priva, temporariamente, da nossa autonomia habitual no que às nossas vidas diárias diz respeito, mas, mais uma vez o Povo Por-tuguês, com demonstrações claras, também no nosso Concelho, tem dado mostras de respeito e consideração, no cumprimento das normas ditadas pelo poder instituído e eleito democraticamente.

Hoje, tal como há 46 anos temos que seguir unidos, coesos e solidários nesta luta contra um inimigo invisível que surge silencioso e, infelizmente, por vezes letal, mas somos “gente de vigor que fundou com bravura um país há 877 anos” e desde aí, muitas glórias, conquistas e adversidades con-tribuíram para nos fortalecer como Nação. Por isso, a “batalha contra esta pandemia” será, certamente, mais uma mostra da nossa perseverança e da nossa coragem.

Não poderíamos, para além do bom senso que a situação atual exige a cada um de nós, contrariar as indicações das entidades oficiais, nomeadamente, a Direção-Geral de Saúde e promover uma sessão presencial que, se acon-tecesse, seria claramente muito diferente do habitual, dadas as restrições existentes e assim, decidimos este ano, em consciência, “celebrar a Revo-lução de Abril” pela via digital.

Mesmo assim, 46 anos depois, não vivemos num país perfeito, contudo, to-dos os dias caminhamos para o desenvolvimento, lutando pela igualdade de direitos e deveres, para um estado social com maior igualdade, solidari-edade, liberdade e democracia, para uma maior credibilização do nosso pa-pel enquanto políticos, enquanto verdadeiros servidores da causa pública.

A história não pertence a ninguém, nós construímos a nossa história e o nosso caminho, por isso é importante recordar este dia, DIA DA LIBERDADE como um dia festivo e um dia para ser comemorado por todos.

Mas alguma vez pensávamos ver as nossas ruas vazias, e sermos obrigados a ficar em casa?

Afinal, visitar os nossos pais, avós e amigos torna-se num ato de amor. E é o que, neste tempo que vivemos, não poderemos fazer. Voltaremos a abraçar-nos e a beijar-nos com a liberdade a que nos habituamos, comemorando em pleno o dia 25 de Abril.

Somos um Concelho com mais de 500 anos de história, a quem D. Manuel I reconheceu ser um povo determinado e de luta, mas hoje estamos a enfrentar uma batalha maior.

O futuro não é um lugar para onde estamos a ir, mas um lugar que estamos a construir juntos.

É neste dia que se renova a esperança num País melhor para todos e sobretudo para as gerações futuras.

Cabe-nos agora a cada um, na medida das suas possibilidades, dar o melhor de si próprio na contínua construção de um Concelho melhor e de um país Livre para todos.

Temos consciência de que a democracia é sempre uma tarefa inacabada, mas como escreveu Sophia de Mello Breyner, façamos dos nossos dias “um dia inteiro e limpo” e um “despertar da noite e do silêncio” rumo a uma democracia plena e respeitadora dos mais elementares direitos do homem: a LIBERDADE.

Desejo a todos os Terrabourenses, que essa Liberdade seja celebrada muito em breve e de boa saúde.

A Liberdade como um Direito Fundamental!

Viva o 25 de Abril!

Viva Terras de Bouro!

Viva Portugal!

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25 abril camara 01

Arquivo Notícias 25 abril, 2020

Comunicado da CDU sobre o “25 de abril”

SOBRE O 25 DE ABRIL

Ex.Sr Presidente da Assembleia Municipal de Terras de Bouro

Não Sr. Presidente!, não é ridículo celebrar o 25 de Abril neste momento.

É pena que o Sr. Presidente não tenha sido capaz de estar à altura do momento que vivemos e que em vez de uma atitude responsável e pedagógica, tenha sucumbido à mistificação e ao populismo dos falsos argumentos das forças mais retrógradas e reacionárias da sociedade Portuguesa. A CDU e o seu eleito na Assembleia Municipal estão em profundo desacordo com a sua decisão e sobretudo com os argumentos por si utilizados. Senão vejamos:

1-Diz o senhor Presidente : “temos de dar um exemplo de credibilidade para que as Entidades Públicas não entrem em descrédito.” . Presunção e água benta cada um toma a que quer, mas parecenos um bocado abusivo da sua parte achar que a credibilidade do Presidente da República, do Presidente da Assembleia da República e da própria Assembleia da República dependem do senhor e do seu gesto. Ignora o Sr. Presidente, que a Assembleia da República nunca deixou de funcionar? Ou seja, pode funcionar antes e depois do dia 25 de Abril sem problema nenhum... no dia 25 é que não!? Trata-se portanto não de abrir, mas sim fechar a Assembleia da República ao 25 de Abril! Ou seja, o senhor acha que os mesmos Deputados que em número semelhante por três vezes estiveram no plenário da Assembleia da República a aprovar normas e leis que limitam e restringem liberdades (aprovação do estado de emergência) credibilizaram e prestigiaram o seu mandato, mas se no mesmo hemiciclo assinalarem a Liberdade, isso é desprestigiante? Estranha concepção do papel e função dos eleitos do povo e dos órgãos de soberania. Quem assim pensa, tem um problema não com as comemorações mas com o próprio 25 de Abril.

2-Sr. Presidente, se for ao supermercado encontra mais gente que o número de membros da Assembleia Municipal, e bem desde que se mantenham as regras de higiene e distanciamento. Se fosse o caso podia-se colocar e considerar a redução de presenças nesta sessão.

3-Sr. Presidente, com o mesmo e devido respeito por ambas as datas, o 25 de Abril e a Páscoa não são a mesma coisa, não é sério compará-las e nem a Páscoa foi cancelada. O que foi cancelado foi a realização dos compassos e ajuntamentos. No mesmo sentido foram canceladas as comemorações populares do 25 de Abril, na Av. da Liberdade, nos Aliados, na Av. Central em Braga e em todo o País estão canceladas todas as acções de rua, colóquios, debates, espetáculos musicais e outros que habitualmente se realizam no quadro das comemorações do 25 de Abril.

4-Sr. Presidente, e não! A Assembleia Municipal de Terras de Bouro, não é um funeral. Apesar da relação de cordialidade e respeito entre os membros da Assembleia Municipal, não consta que seja habitual grandes manifestações de afecto, de consolo e conforto no ombro amigo que habitualmente se encontra ou se oferece a familiares e amigos nas cerimónias fúnebres, regra geral em casas ou Capelas mortuárias de reduzidas dimensões. Sr. Presidente, por tudo isto não podemos deixar de registar o nosso profundo desacordo com a decisão por si tomada, e em particular pelos argumentos falsos e populistas por si utilizados. Esta Assembleia não só podia como devia ser realizada precisamente tendo em conta o momento que vivemos. Estando previsto para o dia 2 Maio o fim do estado de emergência justificava-se o agendamento de um segundo ponto para que o Sr. Presidente da Câmara pudesse dar uma informação sobre o balanço possível até ao momento e sobretudo como será o pós estado de emergência no nosso Concelho. Que medidas estão a ser consideradas de acompanhamento e apoio à população em geral, ao sector social e ao sector do turismo e hotelaria com a importância e peso que tem na económica do nosso Concelho. Bem como, se à semelhança do que tem sido noticiado em outras autarquias, podem estar em causa a execção de projectos e obras, nomeadamente aquelas que foram recentemente votadas e aprovadas nas grandes opções do plano e orçamento, se sim quais? Assinalar o 25 de Abril nunca foi, nos últimos 45 anos, como não será este ano, uma festa, como se de uma romaria ou um arraial se tratasse. Ao longo dos últimos 45 anos, tal como este ano, assinalar o 25 de Abril é homenagear os que, durante 48 anos, enfrentaram a repressão, as privações, as prisões, as torturas, a morte... é homenagear os que nunca desistiram. É homenagear este povo que resistiu, enfrentou e derrubou a ditadura fascista. Assinalar o 25 de Abril foi e é homenagear os militares que fizeram o golpe, o povo que transformou o golpe em revolução e os trabalhadores que, com a sua luta, foram o motor dos notáveis avanços alcançados.

Assinalar o 25 de Abril é evocar a nossa Constituição, a Constituição da República Portuguesa, a “Constituição de Abril”, com tudo o que ela comporta de progressista, com a força e o valor que tem, mesmo depois de vários ataques e dos anseios de muitos em a subverter. ...mas, assinalar o 25 de Abril é também afirmar que há quem continue a defender e lutar pelos valores de Abril. É reafirmar o amor a este povo e a confiança na sua capacidade transformadora. Assinalar a Revolução de Abril, nestes tempos marcados pelo vírus, é assumir a coragem de enfrentar a hipocrisia daqueles que propagandeiam as teses do todos juntos. É enfrentar e denunciar os ataques aos trabalhadores e à democracia. É denunciar e abrir caminho à superação das injustiças e desigualdades. Assinalar Abril é não deixar que ninguém se esqueça que ao longo de mais de 30 anos muitos daqueles que hoje choram “lágrimas de crocodilo” perante as falhas do SNS foram precisamente aqueles que o tentaram destruir, aqueles que se enchem com o negócio da saúde privada.

Por tudo isto, é perfeitamente compreensível que haja quem não queira assinalar o 25 de Abril. É normal, nunca quiseram. Mas, também havia quem não quisesse uma Revolução. Havia quem não quisesse a nossa Constituição. Havia quem não quisesse a Reforma Agrária. Havia quem não quisesse o SNS. Havia quem não quisesse Nacionalizações... Sim, é verdade que muitas destas conquistas se perderam e outras foram amputadas. Mas o povo que as conquistou também as poderá recuperar, com a sua opção, a sua mobilização, a sua luta e o seu voto.

Por muito que custe a alguns, VAMOS ASSINALAR A REVOLUÇÃO DE ABRIL.

O Eleito da CDU

Alexandre Pereira Terras de Bouro,

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Arquivo Notícias 25 abril, 2020

Comemorações do 25 de Abril de 1974 - Grupo de Deputados Municipais de Terras de Bouro o Nosso Partido

Comemorar o 25  de Abril é comemorar a LIBERDADE e a dádiva de vivermos hoje numa DEMOCRACIA e numa sociedade livre e em que por definição são respeitadas os direitos e liberdades fundamentais dos cidadãos.

25 de Abril também significa ESPERANÇA, a esperança num futuro melhor e numa sociedade mais justa, a esperança na mudança, no progresso e no bem estar individual e no da nossa sociedade como um todo.

É uma data que simboliza a nossa afirmação como NAÇÃO e como PAÍS LIVRE.

É sempre com um imenso orgulho que lembramos e evocamos um dos dias mais emblemáticos e importantes da nossa história contemporânea e da nossa democracia.

O dia que representa o fim do regime ditatorial e a transição para um regime democrático, um dia que nos recorda a importância dos direitos e liberdades conquistados, como a liberdade de expressão, liberdade de imprensa, o direito universal ao voto, a eleições livres, direito à saúde e a um sistema nacional de saúde, direito ao ensino, os direitos de trabalho, o direito à greve, a um salário mínimo e pensões sociais, direito a férias e a um horário de trabalho, o direito ao divórcio e tantas outras conquistas de Abril. Numa época em que, por todo o mundo, valores democráticos entram em declínio e são banalizados, é com orgulho que como país  temos um dia, o dia da REVOLUÇÃO a que poeticamente chamos de Revolução dos Cravos, em que lembramos e comemoramos a LIBERDADE! E que nunca deixemos de o fazer…

Infelizmente hoje atravessamos um período desafiante, em que o medo se voltou a apoderar do nosso quotidiano e a instalar-se no seio da nossa sociedade, à semelhança do que acontecia no regime ditatorial.  Pois então, que hoje saibamos inspirar-nos na nossa história democrática e na coragem dos Capitães de Abril que marcharam sobre a ditadura e no POVO que saiu à rua para os acompanhar, dando o verdadeiro sentido de REVOLUÇÃO ao 25 de Abril de 1974. Que as  nossas ações individuais, inspiradas neste momento marcante, contribuam para passarmos da melhor forma esta fase mais negativa da nossa história.

 Que tenhamos também a coragem e o sentido de responsabilidade para assumirmos, cada um de nós, o seu papel individual para que possa realmente ficar tudo bem. A democracia também tem que ser vivida como uma responsabilidade de fazermos o que está correto e o melhor para nós, para a nossa família, mas também para o nosso próximo e para a nossa sociedade porque também aí residirá a nossa força de combate a esta pandemia.

As ações de cada um são importantíssimas, uns merecendo todo o nosso agradecimento e admiração por estarem na “frente da batalha”, outros assegurando o funcionamento e organização da sociedade, outros assegurando a distribuição e a disponibilidade de bens e serviços essenciais, outros ajudando quem mais precisa e passa dificuldades nesta fase, outros fornecendo serviços informativos e de entretenimento, outros adoptando comportamentos responsáveis que evitem a propagação do vírus. Mas todos, sem exceção, não devemos descurar na persistência e resiliência na luta diária para evitar a propagação deste vírus.

Hoje, nesta fase fase que vivemos, o sentimento de liberdade e o acesso à informação deve ser valorizado e defendido para proteção da nossa sociedade e democracia e que nos saibamos unir, como país, como concelho, como organização, como equipa, para contermos esta ameaça ao nosso bem estar e à nossa preservação.

E nós em especial, como representantes de instituições democráticas e detentores de cargos políticos, que tenhamos  a inspiração e a união para assumirmos a responsabilidade de ajudarmos as famílias portuguesas e em particular as famílias do nosso concelho e os nossos empresários, a atravessarem esta crise porque essa também será a melhor forma de honrarmos e homenagearmos o regime democrático que representamos.

Hoje novos desafios se colocam logo novas respostas se esperam, no entanto se dermos o melhor de nós, cada um no seu papel na sociedade, estaremos certamente no caminho do sucesso!

A liberdade não pode e não está suspensa, apenas este ano terá que ser vivida de uma forma diferente.

E que rapidamente conquistemos novamente a LIBERDADE DE VIVER SEM MEDO e que PORTUGAL ESTEJA UNIDO E QUE JAMAIS SEJA VENCIDO!

VIVA A DEMOCRACIA! VIVA A LIBERDADE! VIVA TERRAS DE BOURO! VIVA PORTUGAL!

Eduarda Pereira

TERRAS DE BOURO O NOSSO PARTIDO

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independentes

Arquivo Notícias 25 abril, 2020

Mensagem de comemoração do 25 de abril do Partido Social Democrata

MENSAGEM QUE SERIA APRESENTADA NA

SESSÃO SOLENE DE COMEMORAÇÃO DO 25 DE ABRIL 2020

Isménia Maria Gomes Loureiro

Líder Parlamentar do Partido Social Democrata na Assembleia Municipal

Caras e caros concidadãos, neste período tão delicado não apenas no nosso país, mas igualmente a nível internacional, todos devemos convergir esforços para travar esta pandemia. Quem diria que em plena democracia, instaurada faz hoje 46 anos, nos sentiríamos tão limitados na nossa liberdade, e tudo devido a um vírus. Na verdade, sentimos uma enorme vontade de regressar à nossa vida habitual, o que acontecerá! Com certeza noutros moldes, com procedimentos e cuidados de segurança que antes não tínhamos, mas que serão nos próximos tempos indubitavelmente necessários. Um novo paradigma de vida surge após o vírus SARSCoV-2 e a doença Covid-19, com a qual teremos que lidar daqui em diante. Que os cientistas descubram o quanto antes uma vacina que nos imunize!

Assim, neste dia em que assinalamos direitos fundamentais como a escolha dos nossos representantes através de sufrágio universal, a igualdade de oportunidades e de género, a justiça para todos, as liberdades religiosa, económica, de associação e de expressão, importa focar cinco grandes áreas: saúde, educação, segurança, ambiente e economia. Todos sabemos a inegável contribuição dos profissionais de saúde para combater este problema de saúde pública. Reconhecemos a entrega dos professores para colmatar a falta das aulas presenciais, recorrendo aos meios possíveis, como as plataformas digitais e a televisão. Constatamos o trabalho infindável de sensibilização da população e ações variadas de ajuda à mesma, levadas a cabo pelas forças de segurança. Assistimos à diminuição considerável da poluição do nosso planeta, portanto, não descuremos a sustentabilidade ambiental. Estamos preocupados com a retoma das atividades económicas, com as devidas precauções, estas têm que começar a reabilitar-se nos mais variados setores profissionais.

No caso concreto do nosso concelho, no que ao combate a esta pandemia diz respeito, cabe-me dizer que o nosso Presidente de Câmara e respetivo executivo rapidamente implementaram medidas que possibilitassem a manutenção dos serviços essenciais e, em simultâneo, garantissem a salvaguarda da saúde dos nossos munícipes. Em tempo record assistimos a uma reestruturação do Centro de Saúde, ao contacto com todos os Presidentes de Junta, à agilização de vários meios, nomeadamente, dos bombeiros. Será, certamente, devido a esta célere resposta que temos um número reduzido de casos de pessoas infetadas com a Covid-19. Uma das maiores conquistas da Revolução dos Cravos foi a surgimento do Poder Local Democrático, que permite autonomia na execução de várias medidas, e vemos que, apesar da obrigatoriedade do executivo adotar estas medidas, nunca são esquecidos os valores reivindicados nesta Revolução. 

É da responsabilidade deste município, em articulação com o poder central, naturalmente, contribuir para a qualidade de vida da nossa população, catapultando o desenvolvimento e crescimento do Concelho. E, muito me apraz dizer, que é a isso que temos assistido desde a tomada de posse deste executivo, em 20 outubro de 2017.

Sabemos que tempos difíceis se avizinham. Se ainda há poucos anos enfrentávamos o programa de resgate da Troika e assistimos ao empobrecimento da população, ao aumento dos impostos e das desigualdades sociais, ao desaparecimento da classe média, o desafio é agora ainda maior, já que a atividade económica diminuiu, um pouco por todo o mundo. Teremos que nos levantar depois do vírus, na certeza de que com a liderança, a persistência, a resiliência a que este Presidente já nos habituou e com as estratégias que implementará, vamos conseguir recuperar. Tal como a partir do 25 de abril de 1974 se conseguiu uma enorme alteração da economia e da sociedade portuguesas, também este é o momento de mostrarmos que somos novamente capazes! Deste modo, olhemos para o futuro com mais esperança e confiança.

Estes tempos reforçaram a necessidade de um país mais inclusivo, mais dialogante, que nos possibilite escolher o nosso caminho, construindo um futuro coletivo, respeitando-se as diversas opiniões, que permita reduzir os problemas do nosso povo e do nosso país. Sim, foi o 25 de abril que nos fez perceber que isto é a Liberdade, o cerne das sociedades contemporâneas.

É responsabilidade de todos nós, cidadãos interventivos na sociedade, promover o desenvolvimento do nosso Concelho, lutar pela igualdade não só de direitos mas também de deveres, promover a equidade entre todos, para uma maior prosperidade. Enquanto políticos, fazemos por merecer este crédito, tentando, dia após dia, servir a causa pública.

Acreditemos, como diz o poeta António Gedeão no seu tão conhecido poema “Pedra Filosofal”: “que o sonho comanda a vida. Que sempre que um homem sonha o mundo pula e avança”, portanto nunca deixemos de sonhar, de lutar, de persistir nos nossos ideais e convicções, porque só assim conseguiremos que se concretizem.

Termino propondo que hoje, em algum momento do dia, em nossas casas, cantemos “Grândola, Vila Morena” ou “E depois do Adeus” ou “Liberdade” de Sérgio Godinho, como forma de comemorar esta data.

Sejamos livres, todos os dias. Festejemos o 25 de abril, sempre! Sejamos nós os responsáveis pela escrita de uma bonita História para o nosso Concelho, aprendendo com o passado, apostando no presente para obter um futuro mais rico.

Viva o 25 de Abril

Viva Terras de Bouro

Viva Portugal

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psd

Arquivo Notícias 25 abril, 2020

Declaração do Sr. Presidente da Assembleia Municipal de Terras de Bouro alusiva ao 25 de abril

Caros Terrabourenses,
 

É num contexto diferente, de incerteza, para o país e para o mundo, que decorre este ano a celebração do 25 de Abril.

Em tempos de confinamento social para se conter a pandemia causada pelo Covid-19.

Assinalamos hoje os 46 anos da Revolução de Abril, em que Portugal alcançou a liberdade.

Foi esta visão de uma sociedade livre, mais fraterna e mais justa que determinou os principais intervenientes de Abril a saírem a rua.

Antes do 25 de Abril havia censura, todos os textos, canções, e imagens eram escrutinadas e sujeitas à aprovação.

Mas atualmente, por vezes, é difícil encontrar a verdade, em que a informação pode ser demais, e muitas vezes não corresponde à verdade.

Provavelmente por haver tanta oferta de informação que acabamos por não nos focarmos em algo específico, e pode haver uma má gestão dessa informação e isso acaba por nos prejudicar.

Certamente, encontrar a verdade com as novas tecnologias é difícil, mas com toda a certeza ainda era mais difícil quando havia censura.

Por outro lado, também assistimos, que há gente que pensa que a liberdade é para que as ideias deles prevaleçam sobre os outros, pois acham-se os únicos donos da razão.

Em minha humilde opinião hoje, talvez haja a necessidade de uma nova aprendizagem do que é de facto a liberdade, mais do que isso, talvez saber onde termina a minha liberdade, pois nunca devemos esquecer que os outros também gozam da mesma liberdade, pois ela é igual para todos.

A liberdade envolve responsabilidade.

Nestes tempos de confinamento social para se conter a pandemia, vê-mos na solidariedade, e no empenho que tem havido no combate a este vírus o reflexo puro da revolução de Abril, com uma sociedade mais justa e mais fraterna e naturalmente mais livre.

Estamos a assistir a um empenhamento assente num consenso generalizado, em que podemos constatar uma consciência cívica das pessoas, e também, o certo afastamento quer dos extremismos, quer dos populismos, quer de quaisquer demagogias.

Pois se, durante muito tempo, a sociedade civil foi dominada por factos de menor importância em que entrava a demagogia e a influência de certos grupos, hoje passamos a pensar mais em problemas reais, vitais, em que a sociedade está atenta ao problema e tem manifestado solidariedade.

O 25 de Abril foi a porta aberta para a democracia, liberdade, Estado de Direito, pluralismo e garantias individuais.

Em que a democracia foi entendida em termos consensuais, sem propaganda política, pois na realidade os principais intervenientes no 25 de Abril eram pessoas isentas politicamente, não estavam comprometidas ideologicamente, pois havia um consenso democrático.

O que uniu os principais intervenientes no 25 de Abril foi a vontade de mudar, a vontade de transformar, a vontade de criar a tal sociedade livre, justa e fraterna que os justos pretendiam a apregoavam.

É neste espirito de Abril que a sociedade civil se deve constantemente empenhar, tomando consciência dos seus direitos e dos seus deveres, pois infelizmente, muitas vezes teima-mos em esquecer-nos dos nossos deveres.

Devemos exigir também, mais consciência cívica e também mais consciência moral das pessoas que estão envolvidas quer na política, quer nos negócios, quer nas atividades económicas e financeiras.

Por outro lado, uma justiça mais rápida, mais eficaz, sem problemas de formalismos.

Uma justiça que esteja pronta a intervir quando for necessário, para que os processos não se arrastem vários anos, pois se assim não for a justiça tomba em descrédito completo.

Não quero terminar, sem deixar aqui um apelo, pois intimamente ligada a crise pandémica, estamos a também a braços com uma crise económica, mas não podemos baixar os braços, temos todos de contribuir para a rápida recuperação do país, e para isso devemos procurar dentro da medida do possível, adquirir produtos e serviços nacionais e locais, sendo que se aproximam as almejadas férias de verão, façamo-las cá dentro (em Portugal).

Com o desejo para todos de saúde, pois todos vamos ficar bem.

Viva Terras de Bouro, viva Portugal.

O Presidente da Assembleia Municipal,

(Dr. Augusto Manuel Martins Braga)

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Arquivo Notícias 25 abril, 2020

Município de Terras de Bouro distribui material de proteção pela população

A Câmara Municipal de Terras de Bouro e as juntas de freguesia procuram ajudar à contenção do novo coronavírus (Covid19) ao oferecer máscaras de proteção individual à população local.

Assim sendo, milhares de máscaras, que nem sempre são fáceis de adquirir no mercado, vão começar a ser distribuidas pelas famílias terrabourenses através da respetivas juntas de freguesia.

A autarquia e a junta de freguesia reconhecem que muitas pessoas não possuem capacidade económica para adquirir estas máscaras no mercado e, por isso, resolveram fazer este investimento para a proteção individual e social.

A utilização da máscara previne a dispersão do vírus através da tosse e de espirros, uma vez que um indivíduo infetado, mas assintomático ou pré-sintomático, se usar máscara, estará a proteger os outros da sua potencial infeção. As máscaras podem ser utilizadas de forma generalizada pela população, devendo ser consideradas enquanto medidas complementares que não põem em causa as regras de distanciamento e isolamento social implementadas até ao momento, nem outras recomendações da Direção-Geral de Saúde.

Reforçamos a necessidade de união e solidariedade de todos os terrabourenses para que possamos sair vencedores desta batalha.

CAPA

Arquivo Notícias 24 abril, 2020

Realizados Testes de Rastreio ao Novo Coronavírus

Foram realizados no dia de ontem, dezenas de testes de rastreio ao Covid-19. Nesta fase, foram testados técnicos do Centro Social e Paroquial de Moimenta e do Centro Social e Paroquial de Souto, nomeadamente do CAO.

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Este controle foi feito pelos profissionais do Centro de Saúde de Terras de Bouro e por uma enfermeira do Centro Social e Paroquial de Moimenta, auxiliados por uma ambulância dos Bombeiros de Terras de Bouro equipada para o efeito.

Nos próximos dias, os técnicos de outras IPSS´s do concelho, a saber o Centro Social e Paroquial de Chorense, Cibões, Covide, Rio Caldo, Vilar da Veiga e do Centro de Solidariedade Social de Valdozende, irão ser rastreados no âmbito desta iniciativa promovida pelo ACES em parceria com a Câmara Municipal de Terras de Bouro.

Um agradecimento especial aos Bombeiros Voluntários de Terras de Bouro pela excelente colaboração na cedência da ambulância.

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